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Construção civil brasileira tem previsão de alta para 2012

16.01.2012 - Construção

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A construção civil brasileira parece estar alheia a toda essa crise internacional que vem afetando o mundo. Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), existem grandes chances de o setor ser o começo de 2012.

O crescimento projetado pela Cbic é de 5,2% no Produto Interno Bruto (PIB) no setor. Na cadeia de mercado, a expectativa é que o crescimento seja ainda maior, chegando a um valor próximo de 9%.

O Brasil é um país que não tem problemas de recursos, de regras ou de projetos. E o mercado imobiliário vem batendo recordes seguidos. Nunca tivemos tantos lançamentos e nem tantos projetos de construção.

A previsão de recursos é superior R$ 110 Bilhões de reais, contando com os da poupança e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
Desde o ano de 2004, esse setor vem crescendo muito, de acordo com a Cbic, um fator que veio para quebrar a impressão que o mercado imobiliário não iria para frente no país, depois de décadas de dificuldades.

No ano de 2010, o PIB da construção alcançou números recordes, com crescimentos de 11,6%. O ano de 2011 manteve o crescimento com números na casa dos 5%. Foi um crescimento menor do que 2010, mas ainda sim, um crescimento respeitável.

Esse cenário ainda tem tudo para melhorar. Indústrias e capital estrangeiro têm previsão de entrar no país para investir nesse mercado. Com o advento da Copa do Mundo e das Olímpiadas tem tudo para fazer com que esse mercado dispare ainda mais e o crescimento seja bem superior ao que estamos esperando.

Todas essas informações agregam e são importantes para o crescimento do país. Mas precisamos enxergar mais a frente e ver até onde esse mercado pode ir e o que está fazendo esse mercado crescer.

É preciso analisar se o crédito para comprar imóveis, iniciar construções e reformar lugares está sendo pago e bem distruibuído. Não vai adiantar crescer muito agora e mais para frente não ter dinheiro para pagar tudo que está sendo feito.

Ou então construir demais e não ter para quem vender depois que os projetos de prédios comerciais e residenciais estiverem de pé. É preciso focar em algum estudo especificio para saber quais os resultados e consequências de tudo isso.
Ao mesmo tempo, representa um grande nicho de mercado para engenheiros, corretores e imobiliárias que precisa ser aproveitado.